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Perguntas frequentes sobre racionamento de água

Qual o motivo do racionamento?
O Espírito Santo passa pela pior seca dos últimos 80 anos e em alguns locais o consumo de água pela população está maior do que o volume de água disponível nos rios e córregos. Por isso é necessário racionar o abastecimento de modo que a água seja distribuída de maneira igual para todos.

 

Como é o abastecimento por carros-pipa?
Os carros-pipas da Cesan são utilizados prioritariamente para abastecer hospitais e postos de saúde.

 

Quando termina o racionamento?
O abastecimento de água volta ao normal nos municípios sob racionamento quando a água disponível nos rios e córregos for suficiente para abastecer à população com normalidade.

 

O prazo de retorno após interrupção para rodízio será respeitado pela Cesan?
Sim. Porém, o abastecimento não é normalizado de uma só vez para todos, pois a água chega primeiro nos imóveis próximos às bombas elevatórias e às estações de tratamento. À medida que a pressão no sistema é equilibrada, os demais imóveis têm o abastecimento normalizado gradativamente. Em locais mais altos e nas pontas das redes, o fornecimento de água pode levar até 48 horas para ser normalizado.

 

Quais ações foram feitas para evitar a crise hídrica?

Desde o início de 2015, o Estado vem enfrentando a crise hídrica, e a Cesan por meio do Comitê Hídrico Governamental, tem tomado todas as providências para amenizar a situação. Dentre as ações estão a perfuração de poços profundos, construção de 68 novas barragens, intensificação do Programa Reflorestar, implantação do sistema de abastecimento de Reis Magos, que atenderá 150 mil pessoas, e construção da barragem no Rio Jucu, para trazer segurança no abastecimento da maior parte da Grande Vitória. As obras do Sistema Reis Magos e a barragem do Jucu estavam previstos no plano diretor para serem executados em 2020. Os projetos serão feitos pela Cesan, Secretaria de Agricultura, e de Meio Ambiente, entre outras.

 

Por que não fazer dessalinização da água do mar e torná-la potável?

Esta é a maior crise hídrica da história do Espírito Santo. No Comitê Hídrico Estadual, criado para fazer a gestão da crise hídrica, são avaliados estudos e discutidas as melhores soluções para a população. No ES, a construção de reservatórios e barragens são alternativas técnicas e econômicas mais adequadas do que a dessalinização. No Rio Jucu, por exemplo, o Governo está estruturando um projeto para armazenar 20 bilhões de litros de água, o que seria capaz de abastecer a população por quatro meses sem nenhuma chuva. Além disso, a Seag vai implantar até 2018, 68 novas barragens, 6 em parceria com a Cesan. Atualmente, 32 já estão sendo licitadas.

 

Cesan cuida da drenagem de águas de chuva?
Existe uma diferença entre rede de drenagem, que é responsabilidade das prefeituras, e rede de abastecimento, que é a Cesan que cuida. A Cesan faz manutenções periódicas em suas redes a fim de evitar possíveis vazamentos.

 

A indústria também terá racionamento?
A Cesan informa que o racionamento será igual para todos os consumidores. Ocorrerá a suspensão do abastecimento um dia por semana. No caso de grandes indústrias que não podem ter paralisação dos processos em razão de segurança, a redução ocorrerá no volume diário de água fornecido pela Companhia, o que equivale a um dia de consumo por semana.

 

Quanto a Cesan perde com desperdício de água na rede? O que está sendo feito para reduzir isso?
Nos 52 municípios atendidos pela CESAN o índice de perdas na distribuição é de 33%, bem abaixo da média nacional, que é de 40%. Entre as 27 Companhias Estaduais de Saneamento, a CESAN apresenta o 8º menor índice de perdas de água na distribuição, segundo último diagnóstico apresentado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS (2014).
Existem perdas físicas, provenientes de vazamentos em redes de água. E as perdas aparentes, ou seja, furtos de água (os chamados gatos) e ligações clandestinas, em que as pessoas fraudam o hidrômetro para pagar menos na conta de água ou furtam água sem pagar nada.